Artigos Algar Telecom | 19 de julho de 2016

Como cortar custos sem perder eficiência

Tempo de leitura: 5 minutos

Em momentos de retração da economia e incertezas, as empresas, principalmente as de menor porte, enfrentam grandes dificuldades em manter ou expandir as vendas. No entanto, cortar custos não precisa significar, necessariamente, a perda da eficiência. É possível reajustar os gastos, fazendo melhor uso dos recursos e sair ganhando nesse processo.

Confira a seguir três dicas para cortar custos sem perder eficiência:

Tome consciência de seus gastos

Conhecer todos os gastos da sua empresa é o primeiro passo antes de decidir o que cortar. É comum que as empresas continuem investindo em itens com pouca ou nenhuma necessidade dentro do empreendimento, apenas pelo fato de não conseguirem ter a visibilidade correta dos gastos como um todo. Por isso, estruture uma planilha que contemple todas as despesas e foque no que traz retorno no curto e médio prazo.

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Cuidado com cortes que podem gerar mais despesas

Pode parecer contraditório, mas um problema comum que acontece nas empresas é cortar custos e, com isso, acabar gerando mais gastos. Por exemplo: o cancelamento de um contrato pode resultar em multas. Por isso, ao fazer qualquer corte, é preciso que essa ação seja feita de forma sustentável, garantindo que os benefícios sejam realmente atingidos no prazo planejado. Antes de resolver cortar um contrato ou mesmo realizar demissões, faça as contas se o impacto não será maior para o negócio.

Foque no resultado

Cortar custos sem afetar a margem é uma tarefa difícil e exige atenção por parte dos empresários. É preciso conseguir ter um olhar crítico para dentro do próprio empreendimento e aplicar iniciativas de redução de custos sustentáveis, que irão fazer sentido a longo prazo. Isso ajudará a reduzir o impacto na sua margem final, sendo crucial para o empresário enfrentar esse momento de crise.

Com os gastos bem conhecidos e catalogados, priorize os cortes que não afetam diretamente o resultado ou as vendas. Para definir o grau de prioridade das áreas é preciso um estudo aprofundado, que envolva nível de agregação de valor, tamanho, custo e impacto no negócio.

E você, como lida com períodos de turbulência em seu negócio? Compartilhe conosco as suas experiências!

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