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Passo a passo para fazer a conciliação bancária corretamente

Algar Telecom | 11 de dezembro de 2019

MPE

Basicamente, a conciliação bancária é o ato de conferir o fluxo das contas dentro do controle financeiro de uma empresa. Embora o conceito seja simples, a sua importância é enorme para qualquer negócio.

É a partir desse exercício, por exemplo, que você consegue conferir se as movimentações financeiras previstas aconteceram de fato ou se o saldo disponível está de acordo com o esperado. Ou seja, é uma ótima maneira de identificar divergências nas contas corporativas.

Continue lendo e entenda a real importância da conciliação bancária, além de um passo a passo de como realizá-la corretamente na sua empresa.

Boa leitura!

Qual a importância de fazer a conciliação bancária?

O monitoramento do dinheiro das transações com cartões de crédito, débito e boletos, por si só, já seria uma ótima razão para realizar a conciliação bancária. Porém, a importância do exercício vai além.

A partir dessa ação, o seu gestor financeiro consegue identificar a ocorrência de fraudes internas nas contas da empresa, por exemplo:

  • movimentações inconsistentes;
  • cheques não descontados;
  • depósitos defasados.

Sem a conciliação, muitas dessas situações poderiam demorar muito tempo para serem identificadas ou até mesmo passariam despercebidas, gerando um grande prejuízo em médio prazo.

Como realizar a conciliação bancária corretamente?

Um acompanhamento bem desenvolvido facilita a identificação de incoerências e favorece a comunicação do setor financeiro. Mas, como realizar a conciliação bancária corretamente? Confira o nosso passo a passo.

1° Lance as movimentações financeiras diariamente

Para realizar uma conciliação bancária corretamente, é preciso manter o controle diário das movimentações do capital da empresa, o que inclui as entradas e saídas financeiras de todas as contas bancárias do negócio.

Você deve não apenas monitorar, mas também identificar as movimentações, por exemplo:

  • pagamentos de fornecedores;
  • recebimentos de clientes;
  • pagamentos de salários;
  • empréstimos do banco;
  • tarifas bancárias;
  • impostos.

2° Analise e compare os saldos bancários

Implementar a conciliação é interessante, pois é uma forma inteligente de analisar constantemente o saldo bancário. No segundo passo, por exemplo, você deve conferir os saldos no início e no final do controle interno e comparar com os saldos do extrato bancário.

3° Confirme os lançamentos do extrato

Outro ponto importante, mas que muitas vezes é negligenciado por gestores, é a conferência sobre os lançamentos bancários. Na conciliação, você precisa certificar que os lançamentos apresentados nos extratos estão acontecendo corretamente e dentro das datas apresentadas.

4° Corrija as diferenças encontradas

Se houver incoerências nas análises, não se limite a anotar. Identifique os locais exatos das divergências e corrija-as imediatamente no controle interno, evitando que o setor financeiro seja induzido a erros.

Como a conciliação bancária gira em torno do monitoramento e da comparação de dados, a melhor maneira de otimizar o trabalho é adotando um sistema de gestão financeira. Com esse tipo de tecnologia, a extração e o armazenamento de informações ficam mais fáceis, bem como a emissão de notas fiscais. O mais importante é garantir o controle correto de suas movimentações e evitar problemas contábeis com o Fisco.

Gostou do artigo? Então, continue se aprofundando no assunto e confira 4 dicas de finanças para empresas que estão começando.

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