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Gestão de riscos de TI para pequenas empresas

Algar Telecom | 24 de junho de 2016

É comum ouvir falar a respeito do cibercrime no âmbito das grandes companhias, especialmente empresas de varejo, e-commerce, bancos, entre outras. No entanto, essa também é uma ameaça real para os negócios de pequeno e médio porte.

Os alvos dos ataques são geralmente servidores com dados corporativos, como sistemas ERPs, servidores de arquivos e outras bases de dados. Mesmo que a infraestrutura esteja em data center próprio ou na nuvem, o criminoso pode conseguir meios de ter acesso a todo tipo de informação nesses sistemas.

A segurança do ambiente de TI depende de diversos fatores, que vão desde controles tecnológicos, filtros e bloqueios, até a conscientização dos colaboradores. Confira algumas dicas:

Soluções open source:

Como o próprio nome indica, uma solução open source é uma aplicação cujo código está “aberto”. Ou seja, o utilizador pode contribuir para a evolução da ferramenta, mexendo no próprio código. Já há algum tempo, grandes empresas passaram a investir nesses programas, inclusive na parte de segurança. E optar por esse tipo de solução tem vários benefícios, como: baixo custo, atualizações permanentes, troca de experiências, dúvidas e informações na comunidade do produto, facilidade em dividir a aplicação em módulos, utilizando só os necessários, entre outros.

Software de Service Desk:

É recomendado que as empresas possuam um software para registar, classificar, acompanhar e fechar os incidentes, solicitações e mudanças que ocorrem diariamente. Caso a TI não possua um software desse tipo é provável que não exista um padrão de atendimento dos chamados ou prioridade, evidências, registro das operações com o usuário, entre outros fatores essenciais para um bom gerenciamento de serviços de TI. Mais uma vez, existem softwares open source que podem realizar esse papel.

Planejamento:

É importante que haja o hábito de criar um planejamento das atividades que devem ser realizadas na semana ou no mês. Por exemplo: atualizações do Sistema Operacional nas estações e servidores, analise e correção do backup, instalação de um novo aplicativo, configuração da impressora na rede, checagem da garantia dos servidores e estações, orçamento de novas aquisições, entre outras. Isso irá facilitar a gestão e direcionamento para realizar as atividades.

Vale lembrar, no entanto, que, quando o assunto é TI, é inevitável que se tenha que fazer investimentos, já que tudo tem um custo, principalmente nas MPEs, onde o orçamento costuma ser mais restrito. É essencial perceber a importância da aplicação do dinheiro nessa área e buscar melhorias para o setor de TI. Diante deste fato torna-se válido desenvolver um planejamento estratégico com os investimentos necessários, pois, somente assim será possível entender as razões para tal investimento e quais benefícios serão gerados para a organização.

E você, como funciona hoje a gestão de riscos de TI na sua empresa? Compartilhe conosco suas experiências!

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