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Como os bancos garantem a segurança da informação

Cristina Cruz | 16 de novembro de 2017

Por ocasião da atual transformação digital, um dos novos desafios das médias e grandes empresas é saber lidar, de forma segura, com a infinidade de informações disponíveis nos mais diversos sistemas digitais. A efervescência do avanço da tecnologia e a gigante produção diária de dados, que já figura na casa dos quintilhões de bytes, sinalizam para uma profunda mudança de paradigma, especialmente no contexto corporativo.

Diante desse cenário, a conscientização a respeito da importância de proteger a informação em ambientes empresariais tem crescido consideravelmente. Embora ainda existam grandes falhas nesse cenário, e seja necessário, a muitas companhias, cursar um longo caminho para que, de fato, se sintam seguras, a necessidade de investimentos pesados em segurança da informação é um consenso.

Isso ocorre sobretudo no setor financeiro, onde qualquer falha de segurança pode resultar em um profundo prejuízo. As instituições desse setor – bancos, bolsas de valores, corretoras de investimentos etc. – precisam ter atenção redobrada quando o assunto é segurança, porque o processo de digitalização desses negócios – como o internet banking – aumenta o risco de ameaças virtuais sobre a infraestrutura de TI dessas empresas. Segundo pesquisa de riscos à segurança de instituições financeiras, promovida pela Kaspersky Lab e a B2B International, o investimento em segurança figura como uma das prioridades para bancos e outras empresas do setor financeiro.

Um dado que justifica essa priorização é o impacto financeiro que instituições bancárias sofrem ao serem atacadas virtualmente. Essas ameaças em sua própria infraestrutura e na de clientes, faz com que os bancos gastam bem mais em segurança de TI, em comparação com empresas de mesmo porte, mas de outros segmentos. Mais especificamente, o gasto chega a ser o triplo em relação ao que é feito em outros setores.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos, em 2016, instituições financeiras investiram R$ 18,6 bilhões em tecnologia no Brasil e 21,9 bilhões de transações bancárias foram feitas pelo mobile banking, com alta de 96% em relação ao ano anterior. A previsão é de que, até 2020, a maioria das pessoas utilizará o serviço de internet banking para as suas transações. Essa predição impõe às instituições financeiras uma necessidade ainda maior de investimentos em segurança de suas estruturas de TI.

No entanto, ainda que os bancos se empenhem e invistam na proteção de seus limites virtuais contra ameaças conhecidas e desconhecidas, proteger toda a amplitude da infraestrutura de TI existente não é uma tarefa fácil. O gigantesco e dinâmico ambiente de ameaças, associado ao desafio de melhorar os hábitos de segurança dos clientes, proporciona aos fraudadores ainda mais pontos de vulnerabilidade para atacar. Por isso, de acordo com o estudo da Kaspersky Lab e B2B International, 64% dos bancos já admitem que investirão para melhorar sua segurança de TI, independente do retorno do investimento, objetivando atender às demandas crescentes das agências regulatórias do governo, da alta direção e principalmente de seus clientes.

Quais as demandas de segurança para instituições financeiras?

O cenário em que se insere as mais diversas instituições financeiras se caracteriza, ainda, pela necessidade de ambientes de redes bem planejados, integrados, velozes, funcionais e, sobretudo, seguros. Como é possível imaginar, gerenciar a rede de uma grande corporação, sobretudo no setor financeiro, é uma tarefa complexa.

Para o bom funcionamento de suas redes, cabe às empresas do setor financeiro utilizarem softwares e hardwares de alta performance, que aprimorem os negócios e garantam a segurança dos serviços dentro de seus ambientes de trabalho. Porém, deve-se levar em conta que, mesmo o uso de equipamentos ultramodernos e de softwares mais atualizados, não existem sistemas 100% imunes a erros e ataques virtuais. Nesse caso, a solução mais eficiente, para aprofundar ainda mais a segurança, é fazer o monitoramento constante dessas redes, a fim de evitar ameaças à estrutura de TI.

Recentes ataques cibernéticos e fraudes digitais expuseram a vulnerabilidade de muitos sistemas computacionais que abrigam informações confidenciais de usuários, empresas e governos, em todo o mundo. Por isso, o monitoramento, além de gerenciar questões funcionais da rede, também ajuda a proteger os dados que são trafegados. Isso é fundamental a instituições financeiras, já que alguma ameaça ou ataque à sua rede pode danificar suas informações, abrindo brechas para fraudes e roubos, resultando em prejuízos financeiros diretos e prejuízos à imagem da empresa.

Não dar atenção à segurança cibernética de instituições financeiras pode colocar em risco não só a empresa, mas também seus clientes e parceiros, gerando prejuízos financeiros e colocando em xeque a credibilidade e confiança da companhia. Sendo a prevenção, então, a melhor forma para lidar com esse risco eminente e de proporções imensuráveis, contar com uma parceira de TI, com vasta experiência em segurança de dados, como a Algar Telecom, é fundamental.

Gerenciamento de segurança da Algar Telecom

Diante de inúmeros incidentes ocorridos com instituições financeiras todos os anos, especialistas de TI e cibersegurança garantem que o investimento em redes mais seguras vale muito a pena, pois impacta positivamente nas finanças da empresa, além de resguardar a sua imagem perante o mercado. Nesse sentido, a Algar Telecom, que já atende grandes corporações do setor financeiro, como bancos e bolsa de valores, pode ser a parceira ideal para garantir essa segurança da informação, além de corroborar para o crescimento dos negócios.

Os três Data Centers da Algar Telecom, estrategicamente localizados e interligados por 31 mil km de fibra óptica própria, permitem redundância e disponibilizam sites de contingência e disaster recovery, mitigando o risco de perdas de informações e assegurando um ambiente de alta performance, disponibilidade e continuidade. Além disso, a replicação do anel óptico da Algar Telecom interliga as principais capitais do Brasil, permitindo atendimento regionalizado e garantia de acesso às informações – uma estrutura física projetada para garantir uma implantação rápida e segura de sistemas de missão crítica, assim como o gerenciamento dos equipamentos, visando suportar as necessidades específicas de qualquer negócio.

Ademais, por meio de um monitoramento contínuo dos sistemas e gerenciamento de disponibilidade e capacidade, a equipe altamente especializada da Algar Telecom age de forma proativa, detectando problemas e mantendo a empresa parceira em pleno funcionamento, com um serviço de alta performance, acompanhado por profissionais certificados pelo Help Desk Institute. Dentre as vantagens oferecidas pelo monitoramento e gerenciamento da segurança de redes da Algar Telecom, destacam-se as seguintes:

  • Foco no gerenciamento de redes;
  • Reports periódicos sobre a segurança da rede;
  • Acesso a relatórios gerenciais;
  • Desenvolvimento de planos de ação através de análise de riscos;
  • Acesso ao portal de clientes para efetuar solicitações de serviço e visualizar o histórico de pedidos;
  • Acesso a dicas e conceitos de segurança;
  • Facilidade de comunicação com a Algar Telecom;
  • Agilidade para solucionar imprevistos;
  • Prevenção de ataques através de análise de vulnerabilidade;
  • Envio de alertas e recomendações de segurança.

Agora que você já sabe que instituições financeiras estão, cada vez mais, investindo na segurança de suas estruturas de TI, pretende também aumentar a seguridade da rede de suas empresas? Tem interesse em conhecer detalhadamente as vantagens do gerenciamento de segurança da Algar Telecom? Acesse: http://algartelecomcorporativo.com.br

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