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O que considerar ao escolher um data center para o seu negócio?

Descubra quais componentes devem ser avaliados na hora de adquirir o cérebro de sua empresa

30/jan
Cristina Cruz
O que considerar ao escolher um data center para o seu negócio?

Se fosse para eleger um componente tecnológico para ser classificado como o cérebro de uma empresa, certamente, seria o data center, ou centro de processamento de dados em português. Este ambiente é o responsável por reunir, em um mesmo local, uma enorme quantidade de servidores e banco de dados, cujo objetivo é realizar o processamento inteligente destas informações. Ele mescla, além dos dispositivos de armazenamento e processamento, vários outros aparatos, como roteadores, sistemas e estruturas de rede.

Na realidade de médias e grandes empresas, ele assume um papel de importância indescritível, já que é capaz de regular desde os processos mais simples até os mais complexos para o funcionamento de um negócio.

Muitas vezes, a aquisição de um bom aparelho exige um considerável investimento. Por isso, escolher o componente mais adequado é uma tarefa que exige um criterioso cuidado por parte de cada gestor. É preciso optar por uma ferramenta flexível e detentora de recursos mais apropriados. Só assim será possível garantir a compra de um maquinário realmente eficiente para atender às particularidades de cada empresa.

Vejas as principais características para avaliar um data center:

Alta disponibilidade

Dizer que um data center possui uma alta disponibilidade significa que ele é capaz de operar por tempo indeterminado sem interrupções. Ou seja, o seu ambiente de processamento é projetado para trabalhar em alta performance sem precisar ser desligado, ou seja, trabalha 24 horas por dia, durante os sete dias da semana. Isto é fundamental para empresas de médio e grande porte.

Este quesito tem recebido um aprimoramento constante devido às novas tecnologias que surgem a cada dia no mercado, de modo que os melhores maquinários são capazes de continuar operando emergencialmente mesmo em caso de imprevistos, como falhas de sistemas e instabilidade de energia elétrica. Estes equipamentos são dotados de ferramentas reservas automaticamente acionadas em caso de pane nas titulares, o que proporciona à equipe de TI um tempo de manutenção antes que haja eventuais perdas de dados.

Esta característica é denominada redundância e pode ser classificada em níveis. Na aquisição, é essencial estar consciente de que, quanto mais redundante for o sistema, mais seguro ele será.  

Modularidade

As empresas evoluem com o passar dos anos. À medida que crescem, elas aumentam sua estrutura, atuação e quantidade de colaboradores. Por isto é tão importante que um data center seja modular. Em outras palavras, que ele tenha a capacidade de ser expandido e ganhar novos componentes para acompanhar a evolução do negócio.

Ser modular significa que o sistema foi arquitetado para ser montado em partes, como se fosse um grande conjunto de blocos, no qual é possível aumentar ou reduzir as funcionalidades a depender das necessidades. Caso queira mais funções, desempenho ou capacidade, basta adicionar peças. Ao passo que se houver funções que já se tornaram dispensáveis, seja possível retirar os módulos e ter um equipamento mais aprimorado.

Uma estrutura modular, na prática, acarreta ganhos práticos nos curto, médio e longo prazos. Ela evita grandes investimentos futuros, pois não é necessária a substituição completa do maquinário. Por sua flexibilidade, também permite que seja completamente adaptável ao tipo de empreendimento, operando na medida certa de energia e processamento para o que é realmente imprescindível, o que evita desperdícios de investimento, custeio e manutenção.

Performance e eficiência operacional

Um data center precisa realmente ser capaz de cumprir o que se propõe. Caso contrário, será um grande investimento em uma ferramenta ineficiente. É preciso estar atento às capacidades de memória e processamento que amparam todo o sistema. As opções e aplicações são variadas, de modo que é quase impossível apontar a melhor alternativa de uma forma geral.

As soluções mais eficientes dependem das especificidades da corporação, como seu porte e setor. O melhor caminho é contar com uma equipe de TI altamente capacitada, seja interna ou terceirizada, para apontar qual o maquinário mais aconselhável a ser instalado.

É importante ressaltar que ele é composto por uma grande infraestrutura de cabeamento, servidores, rede, sistemas, discos e vários outros dispositivos mecânicos e elétricos. Para avaliar a eficiência operacional, é preciso levar em conta este conjunto de fatores juntos, em uma análise de seus efeitos práticos, como consumo de energia, por exemplo.

Segurança

Um equipamento vital para o funcionamento de uma empresa deve prezar ao máximo a segurança nos dados. Bons sistemas são aqueles desenvolvidos com dispositivos protegidos contra eventuais perdas de informações. Caso contrário, a vulnerabilidade pode gerar incontáveis consequências negativas para corporação.

É comum a utilização do termo complexidade para definir a capacidade de um data center em automatizar procedimentos de recuperação de dados no caso de situações emergenciais. Além da opção de implementar um maquinário convencional, muitos gestores têm optado por formas de armazenamento de alguns dados estratégicos em formas alternativas, como o Hosting Dedicado, que oferece vários benefícios práticos, como back up automático, por exemplo.

Bons data centers são capazes, ainda, de passar informações claras ao gestor de TI sobre o próprio nível de funcionamento da estrutura, apontando correções necessárias visando garantir a integridade no funcionamento do aparelho.

Outros fatores

A escolha de bom data center, na expectativa de que ele funcione em plenitude, não pode estar fora de um contexto maior, envolvendo três fatores básicos:

Infraestrutura de armazenamento: o espaço que a empresa dispõe para abrigar o equipamento tem grande importância. O ambiente precisa estar alimentado em uma rede de energia correta, com aparatos que assegurem sua estabilidade. Questões como ventilação, temperatura, tipo de suporte são só alguns dos pontos que devem fazer parte das preocupações de um gestor. Por isto, que muitos profissionais de TI sugerem a opção de Colocation, no qual aluga-se uma área externa adequada para abrigar parte ou até mesmo todo o maquinário de processamento.

Profissionais capacitados: As estatísticas mostram que a maior parte das falhas em data center são provenientes de ação humana em seu manuseio, com adoções equivocadas de configurações, instalações ou gerenciamento. Não adianta investir em um bom maquinário sem destiná-lo aos profissionais corretos, que participem constantemente de treinamentos e atualizações.

Boa capacidade de rede: a infraestrutura de rede é essencial para o diálogo entre data center e os computadores espalhados ao longo da empresa. A internet é um dos combustíveis para assegurar a velocidade e qualidade no fluxo de informações. É essencial, então, se valer de um plano realmente eficaz e elaborado para a realidade de negócios de médio e grande porte, dando prioridade a uma empresa consolidada e respeitada no mercado.

Além de se enquadrar nos itens citados, o data center da Algar Telecom conta ainda com um atendimento próximo e personalizado, garantindo que sua empresa tenha o suporte assim que for preciso. Essas são algumas das características marcantes da operadora de TI e telecom que conta hoje com 94% de satisfação de seus clientes corporativos. Conheça mais:

Empresas de qualquer tamanho podem contar com as soluções e a estrutura de um data center para conduzir os processos realizados dentro de seu negócio. Que tal compartilhar um pouco de suas experiências nos comentários? Assim, você também poderá contribuir para que este artigo seja útil a todos.

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