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8 erros comuns ao implantar soluções em cloud computing

Veja qual a melhor forma de instalar o serviço e o que evitar

08/jan
Cristina Cruz

De acordo com a IDC, o Brasil é o país que mais adota cloud computing voltado para negócios na América Latina. E sabia que isso contribui significativamente para o fechamento positivo do balanço da TI no país? Como já está comprovado por pesquisas, os brasileiros realmente entendem o valor da nuvem para o setor, agora é hora de voltar as preocupações para as complicações da implementação desse recurso, a fim de sabermos exatamente como evitá-las. E é sobre isso que vamos falar no post de hoje.

Vamos explicar como deve ser o processo de implantação, quais etapas não podem ser puladas, por que é preciso contar com uma empresa especializada, que ofereça suporte e treinamento para a equipe, além de aprender a definir um SLA e muito mais! Acompanhe:

Desconhecer as reais necessidades do negócio e o motivo de usar cloud computing

Como qualquer outra abordagem tecnológica, para implantar soluções na nuvem é preciso partir das efetivas necessidades do negócio. É por isso que a busca de um software no modelo SaaS, por exemplo, não deve ser tarefa apenas do departamento de TI. Partindo do princípio de que a cloud computing vem para ajudar o negócio como um todo, é preciso, antes de mais nada, conseguir o envolvimento da diretoria, além de consultar os usuários. Somente depois de levantar todos os requisitos e trocar ideias e expectativas com quem vai utilizar é que se deve partir para a busca de uma solução na nuvem.

Ter pressa tanto para a implantação como para a migração

Assim como em tantas outras situações, a pressa também é inimiga da perfeição no caso da migração ou da implantação de soluções na nuvem. A pressa pode, por exemplo, facilitar uma tomada de decisão equivocada logo na escolha do fornecedor, o que consequentemente compromete o restante do processo. Mas a correria também pode prejudicar a gestão da mudança, afinal, toda a cultura da empresa é modificada, já que deixa de depender totalmente da infraestrutura interna para receber TI como um serviço, e passa a ter também um link de internet. Nesse caso, além da preparação interna, é preciso fazer com que os usuários se ambientem às novas regras de segurança da informação, como chaves de acesso mais rígidas e assim por diante.

Negligenciar os cuidados com o planejamento

Para evitar surpresas com relação ao investimento da implementação, é preciso que o gerente de projetos levante todos os custos esperados, planejando tudo com muito cuidado. Lembrando que esses gastos incluem os internos, com as mudanças que acontecerão, e também os custos do fornecedor. Assim, o ideal é fazer com que o orçamento disponível cubra todos os gastos — que vão de taxas de configuração e taxas de suporte e atualização — sem grandes apertos.

Descuidar da análise do SLA

O SLA — acrônimo que vem do inglês Service Level Agreement — é um contrato em que devem estar minuciosamente descritas todas as responsabilidades do fornecedor de soluções na nuvem, bem como a parte que cabe à equipe interna de TI. Sem esse acordo, as expectativas em relação ao que a empresa deve esperar do fornecedor acabam ficando muito subjetivas. Por isso, não deixe de avaliar e negociar muito bem itens como disponibilidade e tempo de atividade, práticas de segurança da informação, garantias de desempenho, prazos de realização dos serviços, escalabilidade — o plano de ação quando a demanda da empresa aumentar — e quaisquer outros pontos considerados especialmente importantes para seu negócio.

Deixar de preparar a equipe interna para a implementação

A implementação de soluções na nuvem não deve ser tratada somente com a equipe de TI. É preciso que todos os usuários estejam a par das alterações em suas rotinas. Nesse caso, um bom trabalho de gestão da mudança é exigido do gerente de projetos. Aproveite para demonstrar os benefícios da mudança, deixando claros quais são os níveis de serviço que o fornecedor entregará e como os usuários devem proceder. Abra canais de comunicação para que os envolvidos exponham suas dúvidas e tente saná-las com rapidez. Se perceber que muitas pessoas têm os mesmos questionamentos, não hesite em montar uma apresentação e chamar todo mundo para uma conversa! Transparência é a chave.

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Escolher o modelo errado de cloud computing

Os serviços de nuvem estão baseados em três modelos essenciais: as nuvens públicas, utilizadas por várias empresas, com níveis de acesso bem definidos; as privadas, aquelas criadas somente para uma empresa, que podem estar dentro do firewall interno ou serem geridas por um fornecedor; e as híbridas, que são uma mescla dos modelos anteriores para atender a objetivos distintos. Qual qual desses modelos é o ideal para seu negócio?

Para a utilização de sistemas como serviço, não é preciso que a nuvem seja privada, por exemplo, especialmente quando se trata de processamento e armazenamento de dados não considerados sensíveis. Por outro lado, se a empresa já conta com uma grande infraestrutura e tem condições de montar seu formato de cloud computing, é interessante fazê-lo contando sempre com a ajuda de um fornecedor especializado. Se o negócio lida com as duas realidades — dados críticos e necessidades transitórias de armazenamento na nuvem —, optar por um modelo híbrido pode ser a melhor escolha.

 

Pular a etapa de homologação

Inerente a muitos tipos de implementação tecnológica, a homologação é a fase do projeto que consiste na realização de testes e validações. Nessa etapa são feitas simulações muito próximas ao que acontece no dia a dia da operação da empresa. Por isso, quando se pula essa fase, podem acabar surgindo surpresas nada desejáveis quando a solução em nuvem já está devidamente implementada, o que resulta em mais tempo para reparos, riscos de segurança da informação e paradas na operação. Melhor não arriscar, não acha?

Dispensar o know-how da ajuda especializada

Já pensou que não buscar ajuda de uma empresa especializada em soluções na nuvem pode significar o fracasso de um projeto? Lembre-se, afinal, de que boas empresas especializadas trabalham com práticas reconhecidas internacionalmente e estão preparadas para lidar com os problemas e riscos inerentes a um processo de implementação. Pense bem: depois, se for preciso chamar um especialista para corrigir eventuais problemas, sua empresa pode ter que pagar bem mais caro e o processo de ajustes pode demorar muito mais tempo. Então garanta o bom trabalho desde o início!

Mas e você, tem um projeto para implantar cloud computing na sua empresa? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo nessa empreitada! E aproveite para conferir este nosso outro post que traz uma lista de 10 boas práticas em cloud computing!

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