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Planejamento tributário: como reduzir a carga de impostos em sua empresa

Algar Telecom | 5 de junho de 2019

MPE

Acertar no planejamento tributário é uma das formas mais inteligentes de uma empresa controlar seus gastos e ainda se manter adimplente com suas obrigatoriedades. Em um mercado tão competitivo, essas decisões podem fazer muita diferença.

Então, para ajudar a sua empresa a conter os custos com impostos e questões fiscais, a seguir, apresentaremos ótimas dicas de como tornar o seu planejamento tributário mais efetivo. Continue com a gente e saiba mais!

Opte pelo melhor regime tributário

O primeiro passo para que o seu planejamento tributário seja menos custoso durante o ano, é escolher o enquadramento jurídico certo para a sua empresa. No Brasil, é possível optar por três regimes:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real.

Simples Nacional

O Simples Nacional foi criado em 1996, mas só entrou em ação em 2007 com o objetivo de integrar impostos e contribuições e facilitar a arrecadação do Governo Federal. Ele é direcionado para micro e pequenas empresas e permite que tributações federais, estaduais e municipais sejam pagas em uma única guia.

Para se enquadrar no Simples, a empresa não pode ter uma receita bruta anual acima de R$ 3,6 milhões. Todavia, caso seja um Microempreendedor Individual (MEI), o seu faturamento não pode ultrapassar 81 mil reais anuais.

A guia que integra todos os tributos a pagar é chamada de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), e as taxas inclusas são:

  • COFINS;
  • ICMS;
  • CSLL;
  • IRPJ;
  • CPP;
  • PIS;
  • ISS;
  • IPI.

Lucro Presumido

No Lucro Presumido há uma tributação facilitada da Contribuição Social sobre o Lucro (CSLL) e do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ).

Para se enquadrar nesse regime, a empresa não pode ter ultrapassado o teto de 48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de reais) de faturamento no ano anterior, considerando a receita bruta.

Nesse regime, os impostos são calculados baseados em uma presunção de cálculo de lucro da empresa. Essas margens são basicamente 8% para atividades industriais e de comércio, e 32% para atividades de serviços. Mas por ter exceções, é importante consultar um especialista na hora da escolha.

Para empresas que geralmente faturam mais do que a presunção realizada, esse enquadramento tributário é bastante vantajoso – assegurando, é claro, que não estoure o teto.

Lucro Real

O Lucro Real é o regime obrigatório para todas as empresas que apresentam receita bruta acima de 78 milhões anuais. Em geral, todas as instituições financeiras se enquadram no Lucro Real.

Aqui, o cálculo de impostos como o PIS e a COFINS são ‘não cumulativos’, calculados em 9,25% sobre o faturamento. Mas é possível descontar créditos referentes a essas taxas em outros pontos, como na conta de energia.

Já os cálculos do IRPJ e do CSLL são feitos em cima do lucro líquido da empresa, permitindo uma arrecadação variável a cada ano. Se o empreendimento declarar prejuízo, ele pode até mesmo deixar de pagar esses tributos ao governo naquele ciclo.

Para fazer a escolha certa entre o três regimes tributários é de vital importância conhecer a realidade do seu negócio. Assim, você conseguirá optar pelo que traz mais vantagens e menos cargas tributárias para a empresa.

Não misture contas pessoais e contas da empresa

Um dos maiores erros cometidos em muitas empresas é a mistura de despesas pessoais dos sócios com as contas jurídicas. É uma situação ainda mais comum em micro e pequenas empresas ou negócios recém-iniciados.

Ainda que, a princípio, pareça uma atitude simples, ela pode ser bastante prejudicial para o seu planejamento tributário. Entre as consequências, estão o pagamento de maiores impostos e até mesmo prejuízo nos lucros anuais.

Uma simples retirada de dinheiro ou gasto indevido é o suficiente para que relatórios sejam gerados de forma equivocada ou para que cálculos apresentem números inconsistentes. Em razão disso, a empresa pode pagar multas e o sócio responder por processos administrativos.

Para evitar qualquer cenário negativo, tenha em mente que pessoa física e jurídica não se misturam. É preciso ter contas separadas, bem como os benefícios extras, como cartões de crédito.

Utilize uma ferramenta inteligente para auxiliar no planejamento tributário

Hoje é possível contar com soluções tecnológicas que facilitam os processos sobre os parâmetros fiscais de uma empresa, tornando o planejamento tributário muito mais efetivo. Uma delas é a Gestão Fiscal, a solução de consultoria tributária com mais de 3,8 milhões de regras fiscais.

Com essa tecnologia, sua empresa consegue se manter sempre atualizada com as leis tributárias, garantindo o cumprimento de todas as operações.

Ao adotar a ferramenta, a instituição também se torna mais produtiva na criação do planejamento tributária e consegue diminuir custos ao eliminar as taxas de erros, além de aumentar o percentual de assertividade na tomada de decisões.

Essas foram algumas dicas essenciais para você desenvolver um planejamento tributário dentro da realidade da sua empresa e garantir os benefícios fiscais apropriados para o negócio. Para empreendimentos de médio e pequeno porte, as soluções tecnológicas são ótimas alternativas, assegurando eficiência nos processos sem precisar de investimentos exorbitantes.

Quer saber mais sobre como a Gestão Fiscal pode otimizar o seu planejamento tributário? Então, acesse agora mesmo e confira!

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