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21/jun
Redator MPE
Empreendedorismo: 5 negócios tradicionais que se digitalizaram

Anos atrás, a globalização prometia encurtar as distâncias. Mas foi com o advento da internet e de tecnologias associadas, que o empreendedorismo embarcou de vez em uma rotina mais dinâmica, imediata e, na qual, os quilômetros de distância são percorridos em instantes.

Por exemplo: não se vê mais as mesmas filas, em agências bancárias, como aconteciam antigamente. Os negócios tradicionais passaram por um processo de digitalização e até mesmo a relação entre as empresas e os seus respectivos público-alvo tiveram que ser revistas.

E, neste post, vamos destacar o quanto o empreendedorismo foi desenvolvido a partir dessa inserção digital em nossa sociedade. Confira!

1. Rede de bancos

Os aplicativos assumiram o controle de boa parte dos bytes disponíveis em nossos smartphones. E isso, inclui a nossa relação atual com os bancos que temos contas.

Correntistas, com seus respectivos gerentes e instituições, têm uma relação mais dinâmica proposta por plataformas que facilitam as transações e desburocratizam processos.

Como resultado, o modelo tradicional está sendo lentamente transformado. Existem, inclusive, bancos 100% digitais — mas que devem priorizar a segurança dos seus usuários.

As pessoas não precisam sair de casa para pagar as contas, solicitar um empréstimo, avaliar as condições de um financiamento, contratar serviços… Tudo pode ser feito em horários mais flexíveis, seja por SMS, videoconferência no Skype, até mesmo no WhatsApp e entre outros meios.

2. Setor hoteleiro

Outro segmento mercadológico que passou a se amparar em soluções na nuvem e outras demandas do mercado digital é o de turismo.

Reservas nacionais e internacionais podem ser feitas via website ou aplicativos que reúnem hotéis do mundo inteiro. Os mesmos, valem para as passagens aéreas, que até mesmo destacam comparativos de preços e oscilações no valor ofertado.

Com isso, o consumidor passou a ter uma relação mais próxima com essas empresas. Para o empreendedorismo, isso tudo se configura em uma antecipação às demandas.

Não basta reagir às mudanças: é preciso estar à frente delas, agregando mais conveniência, segurança e praticidade para o público-alvo dessas empresas.

3. Transportes coletivos

Quem já passou por longos minutos à procura de um táxi vago, anos atrás, deve notar a impactante diferença de solicitar um via aplicativo.

E isso, independentemente da marca. Dos aplicativos de táxi ao Uber — que fomentou amplamente a discussão, sendo um case de empreendedorismo —, o consumidor foi beneficiado por ter opções para ir e vir com mais rapidez, conforto e segurança.

Se dizem que a experiência de compra é valiosa para a fidelização, hoje em dia, não é novidade que as empresas estejam conciliando agilidade no serviço prestado a preços acessíveis e boa oferta de carros nas ruas.

4. Setor varejista

De lojas a restaurantes, a realidade digital já invadiu o empreendedorismo do setor. Podemos comprar o que quisermos on-line e retirar na loja ou receber em casa.

Podemos também pesquisar por outros produtos e solicitar — em outro aplicativo — para que sejam entreguem em casa. E essas são apenas algumas das comodidades que a tecnologia digital agregou ao setor varejista.

Elas mesmas ganham com isso. Investem menos em infraestrutura, automatizam processos e se relacionam com o seu público de maneira muito mais dinâmica e eficiente. Afinal de contas, sem nenhuma dúvida, as redes sociais possibilitam uma relação mais prática e próxima.

5. Gestão de pessoas

A tecnologia até mesmo facilitou a maneira de gerir pessoas, sabia? O empreendedorismo pode, então, fazer uso de soluções inteligentes para automatizar atividades e, assim, tornar os profissionais mais estratégicos e menos encarregados de tarefas mecânicas e repetitivas.

Sem falar, que sistemas e softwares também contribuem para uma avaliação mais eficaz da produtividade, do comportamento dos colaboradores ou até mesmo da geração de relatórios com insights diversos — pois o Big Data é uma realidade, e precisamos dessas tecnologias para analisar esse fluxo intenso (e imenso) de informações geradas digitalmente.

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