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10 tendências de TI para 2016

Todos os anos é comum que os empresários fiquem atentos ao que pode ser uma nova tendência do mercado para os próximos meses. Ao final do ano, o Gartner sempre divulga uma lista com conceitos que podem afetar os planos, programas e iniciativas das empresas no próximo ano.  Para 2016, a consultoria listou 10 tendências que podem influenciar significativamente o mercado durante os 12 meses.

1 – Malha de dispositivos: o termo refere-se a um grande conjunto de pontos utilizados para acessar aplicativo e informações ou para interagir com pessoas, redes sociais, governos e empresas. Inclui: dispositivos móveis, tecnologia para vestir (wearables), aparelhos eletrônicos, dispositivos automotivos e ambientais, tais como sensores da Internet das Coisas (IoT).

2 – Experiência ambiente-usuário: graças à malha de dispositivos, uma nova base para experiência de usuário se forma. Um dos aspectos dessa experiência são os locais imersivos, que fornecem realidade virtual e aumentada, nos quais a vivência ambiente-usuário preserva a continuidade por meio das malhas de dispositivos, tempo e espaço.

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3 –  Impressão 3D: os investimentos nesse setor possibilitaram o uso de muitos materiais, como ligas avançadas de níquel, fibra de carbono, vidro, tinta condutora, eletrônicos, materiais farmacêuticos e biológicos, que estão impulsionando as demandas dos usuários e se expandido cada vez mais, abrangendo outros setores. O avanço da impressão 3D exigirá reformulação dos processos de produção.

4 – Informação de tudo: na malha digital, tudo produz, utiliza e transmite informação, que vão além de textos, áudio e vídeo, trazendo também informações sensoriais e contextuais. Isto quer dizer que, com o avanço das ferramentas, as informações que antes eram isoladas, incompletas e ininteligíveis passam a ter significação, por meio de bancos de dados de gráfico e técnicas de análise.

5 – Aprendizagem avançada de máquina: as Redes Neurais Profundas (DNN) movem-se além da computação clássica e gestão da informação, o que pode criar sistemas que aprendam a perceber o mundo de forma autônoma, facilitando a classificação e análise de dados e informações. As DNN são uma forma avançado de aprendizado de máquina aplicável a conjuntos de dados grandes e complexos, que permitem que equipamentos aprendam por si mesmos os recursos de seu ambiente.

6 – Agentes e equipamentos autônomos: graças ao aprendizado de máquina, surge um espectro de implementações de equipamentos inteligentes, como robôs, veículos, Assistentes Pessoais Virtuais (APV) e assessores inteligentes, que atuam de forma autônoma ou semiautônoma. Nesses casos, o usuário interage com um aplicativo, que é o agente inteligente, ao invés de estar em contato com menus, formulários e botões.

7 – Arquitetura de segurança adaptativa: com a complexidade dos negócios digitais, a economia algorítmica e “indústria hacker”, é fundamental ir além de sistemas de defesa fundamentado em regras. É preciso se concentrar em detectar e responder a ameaças, na autoproteção de aplicativos e análise de comportamento de usuários e entidades, o que ajudará a cumprir a arquitetura de segurança adaptativa.

8 – Arquitetura de sistema avançado: para que a malha digital e as máquinas inteligentes funcionem, é necessária uma arquitetura de computação que as tornem viáveis para as organizações, o que aciona o desenvolvimento de estrutura neuromórfica ultra eficiente e de alta potência. Essa arquitetura será alimentada por matrizes de Portas Programáveis em Campo (FPGA) e funcionará como um cérebro humano, sendo adequada para aprendizagem profunda.

9 – Aplicativo de rede e arquitetura de serviço: ativada por serviços de aplicativos definidos por software, essa abordagem é integrativa e permite desempenho, flexibilidade e agilidade como as da web. A arquitetura de microsserviços é um padrão emergente para a criação de aplicações distribuídas, com fornecimento ágil e implantação escalável local e em cloud, tornando os aplicativos, e consequentemente a experiência, em algo ágil, flexível e dinâmico.

10 – Plataformas de Internet das Coisas (IoT): essas plataformas complementam o aplicativo de rede e a arquitetura de serviço. Para a gestão e fixação da IoT, são necessárias competências como gerenciamento, segurança, integração, dentre outras tecnologias, que formam o trabalho que a equipe de TI desenvolve como base arquitetônica e tecnológica para tornar real a Internet das Coisas, que é parte da malha digital.

Por: Equipe de Conteúdo Algar Telecom

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